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Leila Mucarsel's Friends
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Entrevista com Genebaldo Freire - Diário do Nordeste
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GenebaldoFreire, Doutor em Ecologia, analista ambiental do Ibama e professor
da Universidade Católica de Brasília (UCB), Genebaldo Freire esteve no Ceará
ministrando a palestra Desenvolvimento Sustentável - Arrogância e Utopia´.
Nesta entrevista, ele fala sobre mitos e fatos do futuro do ser humano na
Terra.
Desenvolvimento Sustentável ? Arrogância e Utopia´. O que quer dizer?
Genebaldo Freire: Significa que, mantidos o cinismo das formas de produção,
crescimento populacional, aumento do consumo e políticas totalmente
afastadas da relação ser humano-ambiente, não há a menor possibilidade de
desenvolvimento sustentável, nem teoricamente. Esse termo é extremamente
arrogante. O que precisamos é de ´Desenvolvimento de Sociedades
Sustentáveis´. Essa história de ´salvar o planeta´ é bobagem. Primeiro
porque o planeta não está em risco, segundo porque não teríamos condições de
salvá-lo, nem ele precisa disso. O planeta sempre esquentou, passou por
períodos de glaciação e vai continuar sua escalada. Daqui a 7,5 bilhões de
anos, o sol apaga, congela. Ele tem seus próprios mecanismos de regulação.
Então a Terra não está em risco como se propaga?
GF: O que está em risco é a sociedade humana, conceitos de bem-estar,
democracia, respeito ao próximo, organização social. Isso está ameaçado
porque tivemos uma educação que nos remete a sermos consumidores úteis e não
a pensarmos a relação com o ambiente. Somente nos últimos tempos, com o
aquecimento global, percebemos a necessidade de mudanças radicais em nosso
estilo de vida.
E o aquecimento global?
GF: A Universidade de Columbia publicou, em setembro, o índice de
vulnerabilidade de 100 países. Lugares que estão mais em cima, com
Finlândia, Islândia, Noruega e Dinamarca, estão menos vulneráveis. Mas o
Japão, que é uma ilha, está em sexto lugar na lista. Por quê? Porque há mais
de 15 anos eles investem em adaptações para se ajustar ao aquecimento
global. A Holanda, que tem 57% de suas terras abaixo do nível do mar, está
em 14º lugar. Países como Estados Unidos, Alemanha e França estão investindo
nisso porque sabem o que pode acontecer nos próximos 10, 20, 50 e 100 anos.
O Brasil está em 56º lugar em vulnerabilidade. Isso mostra que não temos
alta governança.
Alta governança?
GF: Isso mesmo. Quer dizer que, apesar de sermos o oitavo país mais rico do
mundo, temos baixa capacidade de respostas. Isso acontece por diversos
motivos, mas, principalmente, pela burocracia e corrupção. Temos tecnologia,
cientistas brilhantes e o mapa de vulnerabilidade já está feito. Mas falta a
parte seguinte, que são os planos de adaptação e mitigação. Estamos parados
em relação a isso. Sabemos que terras boas vão virar semi-áridas e, depois,
áridas. Sabemos que as regiões que mais vão sofrer no Brasil são Nordeste,
Sul e Sudeste, pelas mudanças profundas no regime de águas. Fortaleza, por
ser litoral e estar no Nordeste, está dentro da área de altíssima
vulnerabilidade. Disponibilidade de água, perda de safras e migração
precisam ser pensadas. Até 2050, quem está hoje com 10 anos de idade, vai
passar sufoco, caso não haja planejamento agora. Não há necessidade de
pânico, mas é preciso competência, envolvimento e seriedade.
Então o nosso fim pode ser adiado?
GF: A destruição é inevitável. O que é evitável é apressar o processo para
ficar mais tempo aqui e evoluir. Daqui a três bilhões de anos a Terra não
vai mais reunir condições para que nossa espécie continue, pelo menos como é
hoje. A evolução biológica não acompanha a evolução cultural. A cultural é
muito mais rápida. Biologicamente levamos milhares e milhares de anos para
incorporar adaptações, digamos, casuais, de uma mudança na composição
química da atmosfera. E, se não tivermos mais 21% de oxigênio, mas 22%?
Todos os seres humanos morrerão. Não há como se ajustar caso a mudança seja
rápida. Biologicamente não teremos resposta. O grande fascínio da vida são
os mistérios que nos cercam, a contemplação, a reflexão sobre esses
mistérios. Infelizmente as políticas não têm tratam disso.
A conscientizaçã pode minimizar os impactos?
GF: Não acredito em grandes catástrofes ecológicas, mas muitas populações
irão migrar passando fome, aliás, já está acontecendo. São 36 nações em
guerra por causa de água, com recursos minados pela corrupção. O grande
papel do movimento ecológico foi trazer a análise sistêmica, ver o todo,
para que não se perca no tempo apenas ganhando dinheiro e comprando coisas.
A indústria do entretenimento, por exemplo, mantém a pessoa presa diante da
televisão, sem tempo para meditar, refletir ou buscar vida plena. As pessoas
ficaram ocupadas em ganhar dinheiro e esse tipo de valor corrompeu demais,
gerou valores perigosos. Ninguém poderia imaginar, há 20 anos, que alguém
tivesse coragem de falsificar medicamentos para pessoas com câncer ou
colocar soda cáustica em leite servido para idosos e crianças.
Comportamentos dessa natureza são sintomas de afastamento da missão maior.
Hoje, o grande desafio da educação é trabalhar valores, ética. Quando eu
vejo educação ambiental centrada em coleta seletiva, despoluição, hortas,
digo que é pouco. Temos que fazer isso e muito mais. Isso representa apenas
5% do problema.
É como ampliar a idéia de causa e efeito?
GF: Exato. É preciso saber que são necessárias mudanças mais profundas que
simplesmente proteção da camada de ozônio, economia de água ou energia
elétrica. Claro que são fatores importantes, complementam elementos de
gestão ambiental. Mas, o que se exige hoje, está muito além de separar e
reciclar lixo. É preciso repensar o consumo. Há necessidade de recusar
certas coisas. E isso não se faz de uma hora para outra. Estamos em processo
evolucionário, no topo de mudanças transformações que vão mexer com estilos
de vida. As empresas, no início, incorporaram a questão ambiental
forçadamente. Agora fazem porque dá lucro, quando elas economizam
matéria-prima, quando melhoram o marketing ambiental. É preciso ter estados,
empresas, pessoas que incorporem a necessidade de mudar a relação com o
ambiente. Isso demora algumas décadas, mas acredito que estamos em bom
caminho.
Para onde caminha a humanidade?
GF: Vivemos em período fascinante. Talvez o mais exuberante da escalada
humana na Terra. Porque estamos mudando paradigmas e aquecimento global veio
facilitar isso. Ganhamos esqueleto ósseo e corpo físico recheado de água e
proteínas para vivermos a experiência humana por determinado período de
tempo. Nossa experiência é para evolução. Nosso papel é produzir
transformações. Todo o universo está assim. Mas nosso equipamento sensorial
é bruscamente atrapalhado pela religião e educação. Tem um pensador inglês
que diz que o ser humano nasce ignorante, mas são necessários vários anos de
educação para que ele se torne estúpido. A educação como está virou comércio
e com baixíssimo potencial de preparar pessoas tolerantes, compreensivas,
éticas, perceptivas, que tenham clareza do que vieram fazer aqui. Tudo
embevecido pelo consumismo. A grande preocupação é reunir dinheiro para
comprar coisas e pagar impostos. Depois envelhecem, entram em depressão e
morrem. A vida é mais que isso e o tempo curto para vivermos essa
experiência. É preciso aproveitar intensamente cada dia, minuto, segundo;
ser consciente do próprio papel, dizer o que pensa, discordar elegantemente
e contribuir.
O homem ainda tem a ilusão de ser o centro do Universo?
GF: Temos um milhão de anos sobre a terra. Os gatos têm 35 milhões de anos;
as lagartixas, 50 milhões; as samambaias, 400 milhões de anos. Imaginar que
o planeta foi preparado para receber a espécie humana arrogância e falta de
percepção do que significa a vida na Terra. Somos apenas elo integrante da
teia da vida que não deveria ser chamado planeta Terra, mas sim, planeta
´Vida´. Tudo aqui foi costurado, programado, concebido para abrigar vida. A
vida no planeta é tão exuberante que, se um prédio ficar sem manutenção
alguns anos, a vegetação toma conta. Você encontra uma flor emergindo no
meio de um asfalto a 50º C. A Terra foi concebida para abrigar vida. Nós,
seres humanos, somos, apenas, mais uma espécie. Fomos guinados a sermos a
coisa mais importante do planeta por meio das religiões, erro que hoje elas
próprias tentam consertar.
Erros que levarão tempo para serem reajustados?
GF: O surgimento da nossa espécie, a partir do momento em que nos
organizamos em sistemas urbanos, tornou nossa relação complexa. Agredimos
muito, nos trancamos em paredes e achamos que, por meio de tecnologias,
resolvemos tudo. É preciso perceber como as coisas funcionam. Não estamos
isolados. Nosso corpo é formado por milhares de sistemas dentro de sistemas.
Átomos que formam moléculas, células tecidos; que formam o indivíduo humano,
sociedades, populações, biota, ecossistema global, sistema solar, galáxia
cosmos. E, regredir abaixo do átomo, tem os níveis de energia. Somos macro e
micro ao mesmo tempo. Tanto religião quanto educação, enfiaram em nossas
cabeças que somos indivíduos. Não! Somos elementos de um todo. Ao mesmo
tempo pequenininhos e gigantescos. Não somos os donos da história. Temos,
também, nossa importância cósmica. Não falamos mais em educação ambiental
para pensar globalmente e agir localmente. É muito estreito. Tudo influencia
o todo. Precisamos pensar cosmicamente e agir global e localmente.
Diário do Nordeste
(26/Novembro/ 2007)
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| September 1, 2008 | 11:35 AM |
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31/08: Día del Blog - Invitación!!!!!-
About this event: Día del Blog About this category: Technology & Innovation
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Les escribo para contarles que el próximo domingo 31 de agosto se celebra en todo el mundo el Día del Blog :) y por ello, en distintos lugares y de distintas maneras se realizan actividades relacionadas con el mundo de los blogs, sus usos, su significancia y toda otra cuestión vinculada al campo de la libertad de expresión que posibilita esa fantástica herramienta de Internet.
En América Latina un grupo de bloggers nos vamos a estar "juntando" virtualmente, congregados en el sitio www.diadelblog.com y abriremos espacios de debate, intercambio y reflexión en diversos temas conexos con el mundo de internet y los blogs.
Desde la organización juvenil TakingITGlobal.org estamos participando en la iniciativa con un diálogo online titulado: "Blogs por una causa", donde la idea es charlar sobre cómo los blogs pueden ser herramientas efectivas para difundir un mensaje, inspirar e incluir a otras personas en el abordaje de los problemas de sus comunidades. Los blogs como un medio poderoso para ponerle voz a los desafíos del desarrollo.
Se presentarán casos y campañas desarrolladas por jóvenes miembros de TakingITGlobal en torno al ciberactivismo y los blogs en causas sociales tales como la reciente Conferencia Mundial sobre Sida; el Congreso Mundial de la Juventud; las Jornadas Internacionales de Agua y Juventud, entre otras.
El horario variará según el país, por eso les pego el listado completo:
Argentina y Uruguay: 15h
Bolivia, Chile, Cuba, Paraguay, Puerto Rico, Rep. Domunicana y Venezuela: 14h
Colombia, Ecuador, Nicaragua, Panamá, Perú: 13h
El Salvador, Guatemala, Honduras y Costa Rica: 12h
España: 20h
Además, les enumero algunos otros debates que formarán parte del Día del Blog en www.diadelblog.com :
- “Los parlamentarios como (hiper) vínculos de la Sociedad”
- “La blogósfera y el poder de muchos: los riesgos de tener más autores que lectores”
- “Presente y futuro de las comunicaciones digitales.”
- Podcast y Videoblogs ¡audiovisual a la carta!
- “Uso del Blog y aplicaciones Web 2.0 para el diseño e implementación de Campañas de prevención de VIH SIDA”
Y más!...
Ya saben, están tod@s invitad@s!
Saludos y nos "vemos" el domingo!!!
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| August 29, 2008 | 6:21 PM |
| August 25, 2008 | 11:00 PM |
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International Youth Day
About this category: Culture & Identity
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Hi friends,
International Youth Day gives the world an opportunity to recognize the potential of youth, to celebrate their achievements, and plan for ways to better engage young people to successfully take action in the development of their societies. It presents a unique opportunity for all stakeholders to rally together to ensure that young people are included in decision-making at all levels.
Juts a short message to say "Happy International Youth Day" to you all!
Wishing you the very bests!
regards,
Mostafa Nejati
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| August 13, 2008 | 1:31 PM |
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Documental CHINCHORRO: 3.000 años antes que Tutankamón Concluye su proceso de post producción
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El proceso de momificación más antiguo del mundo Como parte de la difusión del maravilloso legado patrimonial y cultural de nuestros antepasados pertenecientes a la Cultura Chinchorro que habitaron hace ya más de 10.000 años la región costera de Arica y su aporte ancestral ha concluido el proceso de producción y post producción del documental chileno “CHINCHORRO: 3.000 años antes que Tutankamón”. Las momias más antiguas del Mundo. El documental rescata una riqueza arqueológica que permanece en las costas ariqueñas.La obra de los realizadores Hermann Mondaca Raiteri y Andrés Vargas Danús destaca el proceso de momificación Chinchorro como el más antiguo del mundo, el cual se inicia hace 7.000 años antes del presente, siendo más antiguo que el egipcio.
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| August 13, 2008 | 3:08 AM |
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Docente de curso virtual sobre empoderamiento digital: ciberactivismo
About this category: Technology & Innovation
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Posteo rápido para contar que esta semana estoy participando como docente del curso virtual " Empoderamiento digital y trabajo con jóvenes" para nicaragüenses organizado por la Fundación Desafíos y apoyado por Relajur y SinergiaNet.
Estoy a cargo del módulo de ciberactivismo.
Pego el primer párrafo de la presentación del curso:
El curso busca aportar elementos para una reflexión crítica acerca de los nuevos espacios que se generan con el desarrollo de las TICs e Internet, así como conocer experiencias en las cuales se trabaja en la perspectiva de propiciar el empoderamiento digital de personas, grupos, organizaciones y redes.
¡Agradezco mucho la invitación de Daniel Espíndola!
pd: No estoy posteando seguido porque estoy en medio de cosas que no se terminan de definir como para contarlas.
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| August 11, 2008 | 11:36 AM |
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Vergüenza de clase
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Jamás, de ninguna manera, se me ocurriría mandar un poquito bien a la concha de su madre a la clase media de Buenos Aires. Inflo el pecho para decirlo: mi clase media. La que ahora se siente satisfecha de sí misma cuando boquea con suficiencia su nueva y tan saludable proclama: ¡Qué bien Cobos! La clase media que puteaba a los piqueteros del hambre porque la hacían llegar tarde a la terapia y que ahora se compra la banderita y va al acto del campo para sentirse solidaria, para sentirse una hermana federal. La que lee La Nación en la barcito de GEBA y que siente que Grondona ya fue, pero qué bien este Joaquín Morales Solá, cómo piensa. O lee Crítica de la Argentina, y entonces lo que piensa es qué bien el gordo, cómo le pega a estos turros. La que de ninguna manera se espanta con los negros que llegan en los camiones del conurbano pero en el fondo preferiría que hubiera menos camiones, menos negros y de paso menos conurbano. Así, de un plumazo, que no hubiera: por qué tiene que seguir habiendo. La que putea a los chicos del call center cuando el celular no le manda bien los mensajes de texto. La clase media que en el 95 votó a Menem porque se quería seguir yendo a Nueva York con los 1000 pesos de su salario dolarizado mientras rosarinos desclasados carneaban vacas sobre la avenida Circunvalación o neuquinos expulsados de sus empleos tras la privatización de YPF cortaban caminos en Cutral Có, pero que cuando le tocaron los plazos fijos sintió que lo que le estaban tocando era el culo, y salió a cacerolear porque con el hambre de gente que vive en esos taperíos no sé, pero con los plazos fijos no se jode.
Esa mezquina, desmemoriada, garca, egoísta, autoindulgente, vigilante y un poco bastante gallina clase media que se indigna con la marca de la cartera de nuestra señora presidenta, que ve allí, en esa exaltación del consumo por el que muere mil veces, los grandes males de la patria. Y entonces se sube con la virgencita a gritar Argentina, Argentina y le estampa un beso a Luciano Miguens y le agradece por defendernos del gobierno que le cae mal: cuestión de piel, ¿viste? Nos cae mal.
La clase media vecinalista que está pensando en los destinos del país y que cree fervientemente que nos vamos a ir para arriba el día que saquen a patadas en el culo a todos los cuidacoches de Palermo, porque te rayan el auto y el auto de la clase media es la proyección de un ser supremo nacional, incluso por encima de los plazos fijos, fíjense.
En el 82 llenó la plaza porque creía en sus generales y en que la guerra era una guerra ganada y en 2004 le firmó las papeletas al ingeniero Blumberg porque creía que de verdad era ingeniero y que iba a terminar con la inseguridad, esa cosa mala que inventaron los pobres y sobre la cual la clase media no siente que tenga ninguna responsabilidad social, por qué iba a tenerla.
Supongo, como ya ha supuesto el chico Salmón en uno de esos talksongs radiográficos que tiene, que será el destino divino, tan fino, tan occidental y cristiano. Cosmopolita y parisino. Tan típico Matute pero no el de Don Gato. Supongo que el vigilante argento además es barato: además es barato. Y que así deber ser el estilo tan fino, del vigilante medio argentino.
Nací y crecí en esa clase media. La que vive en barrios con poca voluntad de serlo. (San Juan y Boedo es la esquina de un barrio, y no hay Norte que alcance para convencerme de que Laprida y Mansilla es la esquina de otro, mal que le pese a la memoria de Xul Solar). La clase que se siente bien de sí misma porque no se mete en política, nunca se ha metido, siempre fue antiperonista. A esa clase le conozco sus clubes y sus colegios. Yo soy ella, así que no, jamás. Mandarla a la concha de su madre. Cómo se me va a ocurrir.
Alejandro Seselovsky
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| August 8, 2008 | 10:16 AM |
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Exposicion "PAISAJE NACIONAL PRECARIO" en Museo Bellas Artes Viña del Mar
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Patricio Espinoza Hidalgo, “Hidalgo”, (Licenciatura en Arte Pontificia Universidad Católica de Chile) Expondra en la Sala Carlols Carrillo del Museo de bellas Artes de Viña del Mar, su exposición “Paisaje Nacional Precario” .En ella el artista nos representa con visión futurista y a la vez casi apocalíptica nuestros paisajes chilenos. Levemente abstraídos pero reconocibles, se muestran ante nuestros ojos en grandes dimensiones (formatos de hasta 5 metros) en un tamaño que nos podrían parecer reales, pero sin embargo lejos de representarlos con la calidad e imagen pictórica o digital, lo hace con escasos medios pictóricos; látex, pintura acrílica, yeso, pastas de muros, barro y solo 2 colores, más blanco y negro.
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2º Concurso de Cortos Genera 2008 sobre CONVIVENCIA URBANA
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Participa con tu cortometraje de 1 a 3 minutos, en forma individual o colectiva, sobre CONVIVENCIA URBANA. Se aceptan cortos de cualquier género o tratamiento audiovisual, que busquen responder a la pregunta ¿Cómo estamos conviviendo? Se premiará las dos categorías en 1º, 2º y 3er lugar con cámaras de video de alta definición (Panasonic). Plazo de recepción hasta el 31 de octubre de 2008. Bases en WWW.GENERAENLINEA.CL
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Exposiciones: La era de la discrepancia. Arte y cultura visual en México
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Del 20 de junio al 11 de agosto de 2008 Curadores: Olivier Debroise, Pilar García de Germenos, Cuauhtémoc Medina y Álvaro Vázquez Mantecón. Sala 5 (2º piso), sala 3 (1º piso) y terraza. Una exposición creada y organizada en colaboración con MUCA Campus y la Coordinación de Difusión Cultural de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). Inauguración: jueves 19 de junio a las 19:00 Pre-inauguración especial para prensa: jueves 19 de junio a las 17:30 Malba – Fundación Costantini inaugura la exposición La era de la discrepancia. Arte y cultura visual en México 1968 – 1997. Se trata de la primera revisión histórica, académica y crítica de las búsquedas artísticas que se produjeron en México en los márgenes de la cultura oficial y dominante, desde el movimiento estudiantil del ‘68 hasta la crisis del efecto Tequila en los ‘90.
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CONCURSO PREMIO ESTIMULO BANCO DE LA PROVINCIA DE BUENOS AIRES PINTURA2008 CONVOCATORIA
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El Banco de la Provincia de Buenos Aires invita a participar en el concurso para acceder al PREMIO ESTÍMULO DEL BANCO DE LA PROVINCIA DE BUENOS AIRES – PINTURA 2008 en las fechas y condiciones que se determinan en estas bases, con el objeto de difundir y estimular la creatividad y producción de los artistas plásticos y, a la vez, enriquecer la Pinacoteca del Banco, con obras representativas de la producción nacional contemporánea.
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FUNDACION VICTOR JARA SUFRE MONTAJE POLICIAL Y PERSECUCION POLITICA DE MUNICIPIO DE SANTIAGO
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Con la participación de Joan Jara, Gloria König (Directora de la Fundación Víctor Jara), el Diputado Sergio Aguiló, el Subsecretario de Cultura Arturo Barrios y representantes del Centro Cultural La Escalera se desarrolló una conferencia de prensa en el Galpón Víctor Jara. En la ocasión se hizo lectura de la siguiente declaración pública:La Fundación Víctor Jara declara a la opinión pública que el día viernes 25 de julio a las 4 de la madrugada se desarrolló en Plaza Brasil un operativo policial preventivo el cual terminó con un número que desconocemos de detenidos.Algunos medios de comunicación en forma absolutamente falsa y tendenciosa han reiterado la conexión de este operativo preventivo con el espacio cultural de nuestra Fundación, el Galpón Víctor Jara.Ese día se realizó una jornada cultural del Centro Cultural La Escalera que desarrolla sus actividades en el barrio. La actividad que consistió en un festival de arte con una muestra de danza, teatro y música, culminó, tal como estaba acordado, a las 3:15 de la mañana. Posterior al término de la actividad, los jóvenes procedieron a limpiar el local quedando al interior del Galpón solo el equipo de producción de la mencionada agrupación cultural y el equipo de trabajo de la Fundación Víctor Jara.En forma sospechosa, este viernes 25 de julio a las 13 horas, el Municipio de Santiago ha clausurado el Galpón Víctor Jara, producto de la reacción frente a las mentirosas notas de prensa. Esto en el marco de obras frente a las cuales la Fundación Víctor Jara tiene un plazo hasta el 15 de Septiembre.
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Ciudad de Papel el documental sobre los cisnes muertos en el Santuario del Río Cruces
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Los ciudadanos que trabajan por salvar a los cisnes del Río Cruces, en Valdivia, son los protagonistas de un DVD que ya está disponible para quienes aprecien los documentales, y especialmente para quienes se interesen por acontecimientos recientes que han afectado al país y que han hecho pensar en la necesidad de equilibrar crecimiento económico y defensa de la naturaleza. Con tomas de gran belleza se inicia este trabajo dirigido por Claudia Sepúlveda Luque, quien también es autora del guión de CIUDAD DE PAPEL, el documental que narra a través de escenas reales lo ocurrido en Valdivia desde el año 2004, cuando empezaron a morir los cisnes de cuello negro que habitaban el humedal del Río Cruces. Las bellas aves se convirtieron en el símbolo de un capítulo de la historia de Valdivia y de una frase que quedó grabada en la memoria colectiva: Para que nunca más en Chile, un conflicto ambiental nos conmueva tan hondo.
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Untitled
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Organizacion Venezolana de Jovenes para las Naciones Unidas y sus amigos , realizaron un momento de arte y expresion ambiental; el 6 de julio el grupo de jóvenes de la OVJNU y dos amigos especiales se reunieron y realizaron un momento donde la técnica del maquillaje y la interpretación con la pachamama, recreamos a la criaturas del bosque, protectores de la naturaleza y la conservación.
En esta jornada se realizo un compartir y convivir , el objeto de la actividad es el arte como vehículo a promover el contacto y la conservación a los jóvenes y adolescentes
dentro del proyecto Joven GEO .
Nos pareció un bello momento y queremos compartir con el mundo nuestro Día Ambiente e Interculturalidad.
Agradecimientos al rio La Mucuy del Estado Mérida, a Beatriz, Paola, Monica,Ralex,Jhon, Simòn y Andreina
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It's a crow!!!!
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An 80 year old woman was sitting on the sofa in her house along with her 45 year old highly educated daughter. Suddenly a crow perched on their window. The mother asked her daughter, " What is this ? " The daughter replied , " It is a crow ". After a few minutes , the mother asked her daughter the 2nd time ,"What is this ?" The daughter said, "Mother , I have just now told you , It's a crow ". After a little while , the old mother again asked her daughter the 3rd time , " What is this ? " At this time some expression of irritation was felt in the daughter's tone when she said to her mother with a rebuff. "It's a crow, a crow". A little after, the mother again asked her daughter the 4th time , " What is this ? " This time the daughter shouted at her mother , " Why do you keep asking me the same question again and again , although I have told you so many times " IT IS A CROW ". Are you not able to understand this ?" A little later the mother went to her room and came back with an old tattered diary, which she had maintained since her daughter was born. On opening a page, she asked her daughter to read that page. When the daughter read it, the following words were written in the diary :- " Today my little daughter aged three was sitting with me on the sofa, when a crow was sitting on the window. My daughter asked me 23 times what it was, and I replied to her all 23 times that it was a crow. I hugged her lovingly each time she asked me the same question again and again for 23 times. I did not at all feel irritated I rather felt affection for my innocent child ". While the little child asked her 23 times " What is this ? ", the mother had felt no irritation in replying to the same question all 23 times and when today the mother asked her daughter the same question just 4 times , the daughter felt irritated and annoyed.  So ... If your parents attain old age, do not repulse them or look at them as a burden, but speak to them with gracious words; be cool, obedient, humble and kind to them. Be considerate to your parents. From today say this aloud, "I want to see my parents happy forever. They have cared for me ever since I was a little child. They have always showered their unconditional selfless love on me. They crossed all mountains and valleys and protected me from the storm and heat to make me become a person presentable in society today ".
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